Dirigentes da Federação Médica Brasileira (FMB) e dos sindicatos de base participaram, na última terça-feira (10), da 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (CNGTES), em Brasília. A conferência ocorre até esta sexta-feira (13) e traz como tema “Democracia, Trabalho e Educação na Saúde para o Desenvolvimento: Gente que faz o SUS acontecer”.
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O vice-presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará e secretário-geral da FMB, Dr. Edmar Fernandes, participou da mesa “Um olhar para quem faz o SUS: debate e ação sobre os trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Único de Saúde”. “A nossa primeira batalha é acabar com a privatização que existe no SUS”, aponta Dr. Edmar Fernandes.
Também participaram o diretor de Relações Internacionais da FMB, Dr. Waldir Araújo Cardoso; o vice-diretor Acadêmico Sindicato dos Médicos do Pará, Dr. Hugo Oliveira; e o dirigente do Sindicato dos Médicos de Goiás, Dr. Eduardo Santana, que afirmou “Ou nós devolvemos o ser humano para a equação do trabalho, ou o nosso futuro é muito ruim”.
A 4ª CNGTES traz três eixos para debate:
- Democracia, Controle Social e o desafio da equidade na gestão participativa do trabalho e da educação em saúde;
- Trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: Uma agenda estratégica para o futuro do Brasil;
- Educação para o desenvolvimento do trabalho na produção da saúde e do cuidado das pessoas que fazem o SUS acontecer: A saúde da democracia para a democracia da Saúde.
Estratégias em defesa da categoria
Ainda em Brasília, o vice-presidente do Sindicato dos Médicos participou, na última quarta-feira (11), de uma reunião com o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, e o presidente da FMB, Dr. Fernando Mendonça, para alinhar estratégias em defesa da categoria Médica, como o piso da categoria médica; prejuízo causado para os participantes do Programa Médicos pelo Brasil-MPB e Mais Médicos com a unificação dos programas; fortalecimento de ações em defesa dos participantes da Residência Médica Brasileira; e reforço do Ato Médico.
“Precisamos fortalecer as ações em defesa dos participantes da Residência Médica Brasileira, que apresenta alguns gargalos como diversas denúncias de programas que não estão funcionando adequadamente, principalmente no Ceará, mas que não foram ainda fiscalizadas e resolvidos as suas pendências, acarretando prejuízos para os residentes”, afirma Dr. Edmar Fernandes.
Fonte: Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará, com informações da FMB