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Em resposta ao ofício enviado pelo Sindicato dos Médicos do Ceará solicitando a regularização no pagamento dos salários de médicos que atuam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e demais locais de saúde, a diretoria do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) informou, nessa sexta-feira (15), por meio de ofício, que os pagamentos dos profissionais contratados pelo Instituto e suas filiais já estão regularizados. A solicitação foi oficiada no último dia 11, após o Sindicato receber denúncias de que médicos estavam com o salário de janeiro atrasado, e, conforme as reclamações, não haveria previsão de pagamento.

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O Sindicato dos Médicos do Ceará recebeu, nesta segunda-feira (18), a Dra. Maria Tereza Sá Leitão Ramos Borges, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia - Regional Ceará (SBC-CE), e o Dr. Joel Isidoro Costa, presidente da Sociedade Cearense de Terapia Intensiva (SOCETI), com o objetivo de discutir sobre a nova sistemática de atendimento adotada na emergência cardiológica do Hospital Monte Klinikum, em Fortaleza, que prevê a dispensa de plantonistas cardiologistas de suas funções e a substituição dos profissionais pela Telemedicina, atendimento médico à distância.

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O Sindicato dos Médicos do Ceará foi surpreendido, neste sábado (16), com a informação de que os cardiologistas do Hospital Monte Klinikum, em Fortaleza, serão dispensados de suas funções e substituídos pela Telemedicina, atendimento médico à distância. Ou seja, os pacientes que procurarem a unidade não serão mais recebidos por especialistas “in loco”, mas por profissionais situados em outras regiões do País, colocando em risco a segurança do diagnóstico e tratamento, principalmente, em questões graves, como os problemas cardíacos.

A implementação da tecnologia está se baseando na Resolução n° 2227/2018 do Conselho Federal de Medicina (CFM), cuja previsão autoriza os médicos brasileiros a realizarem consultas online, telecirurgias, telediagnóstico, dentre outras formas de atendimento médico à distância. Contudo, a norma ainda não está em vigor, tendo em vista as inúmeras ações que seguem sendo promovidas por diversas entidades questionando pontos importantes envolvendo o assunto.
O Sindicato dos Médicos do Ceará informa que várias medidas estão sendo adotadas, junto ao Sindicato dos Médicos da Paraíba e da Bahia, a fim de suspender a Resolução. Na última segunda-feira (11), a entidade ajuizou Ação Ordinária, com pedido de Tutela de Urgência, em face do Conselho Federal de Medicina (CFM), para conter a Resolução.

As entidades compreendem a importância da tecnologia na Medicina, desde que essa implantação seja debatida com os Conselhos Regionais, entidades médicas, profissionais e sociedade civil, sobretudo, tendo em vista as consequências graves que tal Resolução representa à saúde da população e à segurança do médico.

O Sindicato dos Médicos do Ceará acompanhará a situação do Hospital Monte Klinikum e adianta que realizará uma reunião, nesta semana, entre os gestores da unidade solicitando esclarecimentos acerca de tal decisão.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará

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A grave situação enfrentada nos hospitais públicos do Estado e nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) foi pauta de reunião, nessa segunda-feira (11), entre os representantes do Sindicato dos Médicos do Ceará, Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará (CREMEC), Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) e o titular da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), Dr. Cabeto. O objetivo do encontro foi alinhar a execução de estratégias concretas para solucionar os sérios problemas na saúde pública, como a internação de pacientes nos corredores das unidades e a falta de estrutura adequada para realização dos atendimentos médicos. 

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O Sindicato dos Médicos do Ceará ajuizou, nessa segunda-feira (11), Ação Ordinária, com pedido de Tutela de Urgência, em face do Conselho Federal de Medicina (CFM). A entidade, junto ao Sindicato dos Médicos da Paraíba e da Bahia, realizará uma série de medidas a fim de suspender a Resolução n° 2227/2018, cuja previsão autoriza os médicos brasileiros a realizarem consultas online, telecirurgias, telediagnóstico, dentre outras formas de atendimento médico à distância.

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O Sindicato dos Médicos do Ceará oficiou, nesta segunda-feira (11), o Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) solicitando a regularização no pagamento das remunerações dos médicos contratados pelo instituto que atuam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e demais locais de saúde. O pedido ocorre em virtude da denúncia recebida pelo Sindicato de que os profissionais estão com o salário de janeiro atrasado, sem previsão de pagamento, prejudicando a categoria.

O presidente do Sindicato, Dr. Edmar Fernandes, lembra da importância do médico poder contar com a entidade que representa a classe na defesa dos direitos dos profissionais e da oferta de serviços e vantagens que beneficiam a categoria. “Enquanto representante da categoria médica, nos colocamos à disposição dos médicos para buscar que seus direitos sejam garantidos, sobretudo, quando se trata de demandas financeiras. Estaremos sempre atentos e cobraremos das autoridades responsáveis soluções para os problemas apresentados”, destaca.

Desta forma, os médicos cujas remunerações, por parte de órgãos públicos e privados, estejam em atraso ou sofrendo reduções, devem comunicar tais fatos ao Sindicato no sentido de que a entidade busque resolver o problema de forma administrativa, por intermédio de sua Assessoria Jurídica.

Devedômetro

O devedômetro é um levantamento feito desde janeiro de 2017 e o número de gestões inadimplentes já chegou a 31. Mas por meio da firme atuação do Sindicato, por meio de negociações administrativas e/ou medidas judiciais cabíveis, mais de 18 municípios já sanaram seus débitos com os médicos.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará

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O Sindicato dos Médicos do Ceará, por meio de sua Assessoria Jurídica, solicitou, nessa quarta-feira (6), as Secretarias de Saúde do Estado e do Município e a Direção do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), reforço do corpo clínico na atenção primária e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

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A Casa da Esperança recebeu, na última quarta-feira (31), o presidente e o diretor do Sindicato dos Médicos do Ceará, Dr. Edmar Fernandes e Dr. Raimundo Alonso Batista de Aquino. A instituição enfrenta, atualmente, uma situação financeira delicada cuja consequência poderá ser o fim do atendimento gratuito a crianças e adolescentes autistas.

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O Sindicato dos Médicos do Ceará e o Sindicato dos Médicos da Paraíba vêm por meio deste manifestar preocupação com as graves consequências à saúde que poderão advir a partir Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.227/18, cuja previsão autoriza os médicos brasileiros a realizarem consultas online, telecirurgias, telediagnóstico, entre outras formas de atendimento médico à distância. As entidades compreendem a importância da aplicação da tecnologia na área da saúde com o intuito de beneficiar a qualidade do atendimento prestado. Contudo, é fundamental que a categoria médica seja ouvida. A construção de algo importante como o avanço tecnológico aplicado na relação médico-paciente precisa ser realizada de maneira democrática e transparente. Os critérios adotados, hoje, durante uma consulta presencial garantem segurança aos profissionais e, sobretudo, aos pacientes, os quais são a verdadeira razão da Medicina. Uma Medicina mais humana, de olho no olho e de respeito. Neste sentido, as entidades repudiam a Resolução nº 2.227/18 e solicitam ao Conselho Federal de Medicina (CFM) a imediata suspensão da norma, com o objetivo de debater a implantação do atendimento médico à distância e as consequências para a categoria médica e, principalmente, à população.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará

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O Projeto de Lei de nº 8231/2017, de autoria do deputado Franklin Lima (PP), foi arquivado, nessa quinta-feira (31), pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. A proposição que determinava o prazo de no mínimo 60 dias para o retorno às consultas médicas sem cobrança adicional, depreciaria a atividade médica no sentido de desfigurar a profissão. A proposta ainda limitaria a atuação dos médicos que realizam atendimentos na iniciativa privada por meio de planos e seguros de saúde.

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