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Sindicato em ação: Caucaia sofre com precariedade na saúde pública

É em Caucaia, município da Região Metropolitana de Fortaleza, que o presidente do Sindicato dos Médicos, Dr. Edmar Fernandes, constatou um dos cenários mais impactantes de falta de infraestrutura em saúde. Localizado em meio ao lixo, o posto de saúde Rita de Cássia Oliveira Eugênia, no bairro Mestre Antônio, é o retrato da ineficiência do serviço público.

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Após denúncias, o gestor da entidade visitou o local e verificou problemas graves: estrutura precária com riscos de desabamento; falta de medicação básica, como anti-inflamatórios e remédios para hipertensão; ausência de materiais simples, a exemplo de luvas e máscaras; e carência de profissionais. Estima-se que o posto deveria prestar assistência básica completa para cerca de 15 mil pessoas residentes nas comunidades vizinhas.

Já percorremos muitos locais, mas o posto Rita de Cássia me impressionou pelo risco ao qual profissionais e pacientes estão submetidos. A unidade não tem nenhuma condição de prestar um atendimento seguro à população tanto na questão de falta de estrutura e segurança quanto pela escassez de serviços que o local deveria oferecer. Os médicos sequer conseguem fazer um simples curativo porque não há material”, relata Dr. Edmar Fernandes.
Hospital Municipal

Outro local visitado pelo presidente do Sindicato na cidade foi o Hospital Municipal Dr. Abelardo Gadelha da Rocha. Denúncias recebidas pela entidade relatavam a falta de estrutura na unidade. No local, Dr. Edmar Fernandes comprovou as carências que afetam o exercício do trabalho médico e o atendimento prestado à população.

Dentre os problemas constatados pelo gestor estão: falta de vedação da porta de acesso ao centro cirúrgico; mofo e infiltrações nas paredes; pacientes internados em corredor; pia para higienização dos cirurgiões quebrada; ausência de aparelho de raio x em sala de cirurgia; falta de antibióticos; pouca luminosidade e fiação exposta em salas cirúrgicas; e carrinho de anestesia com monitor quebrado.“”, enfatiza Dr. Edmar Fernandes.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará

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