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Corredômetro: Mais de 300 pacientes estão nos corredores dos maiores hospitais públicos de Fortaleza e em UPAs da Capital e Região Metropolitana

Nesta quinta-feira (31), último dia de janeiro de 2019, 319 pacientes estão nos corredores dos maiores hospitais de Fortaleza e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Jangurussu, Canindezinho, José Walter, Pirambu e Maracanaú, com a esperança de conseguir um local digno para ter acesso ao seu direito à saúde. Em 2018, 3.243 pessoas viveram esse drama nos corredores dos hospitais, sem um tratamento digno no momento em que mais precisaram, comprovando que a problemática vem se intensificando a cada ano que passa.

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Os números, que revelam a lamentável realidade do caos vivido na saúde pública do Estado do Ceará, faz parte do corredômetro, levantamento criado e divulgado pelo Sindicato dos Médicos do Ceará, em parceria com a Associação Médica Cearense (AMC), com o objetivo de compartilhar com a sociedade o descaso das autoridades com a saúde pública.

Neste ano, o corredômetro mostrará também o número de pessoas internadas em estado grave por mais de 24 horas nas UPAs da Capital e Região Metropolitana, locais destinados apenas ao atendimento de urgência e emergência. A inclusão das unidades nesta sondagem se deve à superlotação dos hospitais públicos, sobretudo, pela falta de medidas eficazes do poder público, agravando a situação da saúde e sobrecarregando as UPAs, que estão realizando atividades além de suas funções.

Corredômetro

Desde dezembro de 2016, o Corredômetro – antes publicado diariamente e, depois, nos dias úteis – passou a ser divulgado somente no último dia útil de cada mês, como um recorte da realidade mensal da saúde pública. Neste ano, devido à grave situação em várias unidades de saúde na Capital e região metropolitana, as UPAs também entraram nessa estatística, sobretudo por estar sendo obrigadas a realizar atendimentos fora do seu perfil, como a internação de pacientes graves em locais inadequados.

Para tanto, uma ronda é feita, 'in loco', em importantes unidades de saúde, como o Instituto Dr. José Frota (IJF), Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto (HSM) e em algumas UPAs, a exemplo das referidas acima.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará

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